Violão, bloco de notas, papel, voz, flow, melodia, dicção e produção original.
23.07.2026 · Novo álbum · Matheus Rosa · Já disponível
ControversialScenario
“Eu fiz este álbum para mim.
Se ele encontrar você no caminho, melhor ainda.
Dê play. O resto a música explica.”

Kill and Die Records apresenta
KND · FORMAT 001DLX
Digital Listening ExperienceA internet ensinou todo mundo a passar rápido. A DLX pede o contrário: fica mais um pouco.
Música virou conteúdo, o conteúdo virou número e o músico ficou espremido no meio da conta. A gente não comprou essa ideia. Uma faixa carrega anos de ouvido, tentativa, memória, trabalho e umas boas madrugadas que o contador de streams nunca vai saber medir.
DLX, Digital Listening Experience, é a nossa forma de devolver tempo e contexto ao álbum. O som continua tocando enquanto o site abre imagens, letras, histórias, equipamentos e decisões que normalmente ficam escondidas atrás de três minutos de áudio. Pode entrar por ordem, pular de fase, voltar uma cena ou se perder. Aqui, se perder também faz parte da escuta.
“O algoritmo quer o próximo. Este disco quer mais cinco minutos.”
Dar o play é abrir a porta. A música continua tocando enquanto imagens, histórias e detalhes ganham corpo ao redor. Entre primeiro pelo som. O resto do mundo pode esperar.
Enquanto o álbum toca, siga no seu tempo. Pare onde uma imagem, uma dúvida ou uma curiosidade chamar. Volte, pule, aprofunde. A DLX não tem caminho certo, ela foi feita para você entrar na música, não apenas passar por ela.
Aqui a escuta vira caça ao detalhe. Fuce as imagens, letras, equipamentos e tudo que parece estar ali só de decoração. Existem easter eggs, pistas e pequenas histórias escondidas pelo álbum. Algumas aparecem de primeira. Outras só para quem resolve ficar mais um pouco.
Controversial Scenario · Conceito
Quando tudo ficou fácil, ficou difícil saber o que ainda era meu.
O desafio deste álbum não foi o tamanho do trabalho. Trabalho eu já conhecia. O estranho foi ter ferramenta para quase tudo e, no meio de tanta facilidade, precisar encontrar a parte da música que não podia ser comprada, baixada ou gerada por ninguém.
A resposta continuava no lugar mais analógico da sala: uma melodia, o tom emocional que ela carrega, as palavras escolhidas pelo meu consciente e tudo que eu precisei viver para escrever cada verso sem fingir.
Se você não consegue fazer uma boa música só com papel, caneta e violão, nenhum plugin vai fazer esse trabalho por você. Eu amo mixagem, masterização e cada detalhe técnico. Só parei de confundir acabamento com essência.

ETERNAL
SOUNDTRACKS
01 / ARTIST VISIONVisão do artista
Esse disco não foi difícil. Foi fácil demais.
E foi exatamente aí que começou o problema. Referências a um clique, um estúdio inteiro dentro do quarto, arquivos atravessando continentes e inteligência artificial abrindo portas que antes pareciam parede. Quando quase tudo ficou ao alcance da mão, eu precisei descobrir o que ainda carregava a minha impressão digital.
A resposta apareceu do jeito menos futurista possível. Violão no colo. Papel por perto. Uma ideia de melodia que ainda nem sabia o nome que teria.
“Se você não consegue fazer uma boa música só com papel, caneta e violão, nenhum plugin vai fazer esse trabalho por você.”
Uma melodia nunca chega vazia. Você coloca um tom nela e esse tom traz uma emoção. Depois entram as palavras que o seu consciente encontrou para aquilo. É nesse encontro que uma canção deixa de ser uma combinação de sons e passa a ser sua. A ideia que tive, o mundo que construí, as escolhas que fiz.
Eu sou apaixonado pela parte técnica. Posso passar horas em mixagem, masterização, timbre e detalhe que talvez só eu perceba. Mas hoje enxergo isso como acabamento. A música precisa existir antes. Se a letra e a melodia não seguram a sala, nenhum plugin vai salvar a festa.
As letras deste álbum não saíram prontas. Eu cortei, troquei, voltei, acrescentei, li em voz alta e comecei de novo quantas vezes fosse preciso. Nenhuma letra foi escrita ou polida por inteligência artificial. Nenhuma palavra. Nenhuma vírgula.
Voz e harmonias finais trabalharam sobre uma gravação original minha. Ela ampliou o material, não inventou a intenção.
Ela não escreveu a letra, não escolheu o flow e não sentiu a emoção que colocou cada palavra ali.
Também precisei desapegar do que os outros poderiam achar. Fiz essas músicas para mim, com a honestidade de quem precisa se convencer primeiro. Quando cheguei ao fim e gostei do que ouvi, o trabalho já tinha valido. Se o sucesso vier, ele entra como presente. Não como autorização.
Purple Blaze nasceu desse lugar. Ela não é uma personagem colocada ao meu lado para decorar o álbum. É uma perspectiva musical que carrego dentro de mim, um corpo diferente para palavras, conflitos e emoções que talvez não saíssem do mesmo jeito usando apenas o meu rosto.
Controversial Scenario é tudo que a tecnologia tornou possível batendo de frente com tudo que só a vida poderia escrever.

Artista · Produtor · Compositor
Matheus
Rosa
Entre o beat e o amplificador, Matheus Rosa transforma música em cena e cena em parte da música.
Rapper, compositor, produtor musical, diretor criativo e designer. O trabalho passa por hip hop, guitarra, cinema, humor torto, ambição e algumas cicatrizes que não aceitaram ficar só no bloco de notas. Som, imagem e personagem não entram como departamentos separados. Fazem parte da mesma ideia desde o começo.
Instagram@soundslikerosa↗︎- Posição
- Artista independente
- Formação sonora
- Hip hop · rock · blues
- Em campo
- Voz · beat · guitarra · produção
- Escrita
- Papel · bloco de notas
- DAW titular
- FL Studio
- Leitura de jogo
- Direção criativa
- Universo
- Purple Blaze
- Arma principal
- Caneta e melodia
Rap na linha de frente, guitarra sem função decorativa e melodias que carregam a emoção antes de explicar qualquer coisa.
Uma faixa pode começar no violão, ganhar um beat, vestir uma camisa de basquete e terminar parecendo cena de filme.
Matheus também constrói capas, figurinos e narrativas. A música chega com endereço, luz e personalidade própria.
Purple Blaze
Purple Blaze não é uma máscara para me esconder. É uma perspectiva musical que vive dentro de mim. Quando uma ideia pede outro corpo, outra postura e um pouco mais de fogo, é ela que entra em campo.
Arquivo pessoal · lado B
Lil' bit
of History
Antes de Controversial Scenario, vieram o violão aos 15, as bandas, os ensaios, o fim de uma fase, beats feitos no software “errado” e a decisão de continuar mesmo quando quase ninguém estava olhando.
“A ferramenta mudou várias vezes. A fome de fazer música ficou.”
Foi onde tudo começou. Sem estúdio, sem plano de carreira e sem a preocupação de transformar cada acorde em conteúdo. Só a vontade de descobrir até onde três acordes podiam chegar.
Vieram as primeiras formações, os ensaios, os palcos e quatro anos vivendo música no volume de outras pessoas. A banda acabou. O ouvido e a inquietação continuaram ligados.
Com a antiga estrutura desmontada, Matheus começou a produzir beats no Pro Tools. Não era o caminho mais óbvio. Era o caminho disponível, e isso bastava para continuar criando.
Vieram cursos, estudo e um novo jeito de organizar as ideias. Ableton também entrou no repertório, mas o FL Studio virou a casa principal da produção.
Dois irmãos criaram a Kill and Die Records para lançar som, imagem e história com identidade própria. Independência aqui não é pose. É assumir o risco, o trabalho e a direção.
Controversial Scenario junta a bagagem da banda, a linguagem do hip hop, o home studio e uma personagem que dá outro corpo à música. Anos depois do primeiro acorde, a pergunta continua boa: até onde uma ideia consegue ir?

O som começou muito antes deste álbum.
Antes de Purple Blaze, DLX ou Kill and Die, existia um violão, um quarto e uma teimosia difícil de explicar. Vieram bandas, palcos e alguns silêncios que acabaram virando verso. Rock sempre foi uma obsessão meio sem cura. Alternativo, stoner, metal, rock and roll. Matheus sempre gostou de cavar fundo, encontrar a banda que quase ninguém conhecia e aparecer com aquela velha pergunta: como vocês nunca ouviram isso?
O blues entrou no meio disso e deu uma aula sem levantar a voz. Foi por ele que Matheus aprendeu a solar na guitarra e percebeu que poucas notas, quando são verdadeiras, conseguem carregar uma vida inteira. Depois a banda acabou, os beats apareceram no Pro Tools e o hip hop abriu outra porta. Mudou a linguagem. A fome continuou a mesma.
Matheus nunca enxergou música como vitrine de técnica. Para ele, o som precisa mexer com o ambiente, contagiar alguém por dentro e deixar um pouco de luz quando acaba. Controversial Scenario carrega tudo isso sem entregar o mapa inteiro. O resto ficou nas fotos, nas faixas e nas coisas que ainda não viraram música.

Foi aqui que eu produzi cada faixa no FL Studio. Violão, baterias, instrumentais, melodias, flow e vozes-guia vieram antes de qualquer resposta da inteligência artificial. Eu precisava entregar mais do que uma ideia solta. Precisava fazer a máquina entender o que eu já estava ouvindo por dentro.
No fim, o equipamento não foi o resultado. Foi a linguagem. Cada gravação carregava minha dicção, minha intenção e a forma como eu queria que a música respirasse. A IA não inventou essa direção. Ela recebeu um mapa feito de áudio.
Quando ouvi essas músicas na voz de Purple Blaze, senti que elas chegavam mais perto da emoção que eu buscava. Pra mim, isso também é criação. Autoria nunca foi só o rosto diante do microfone. Aqui, a tecnologia virou intérprete. A história, a melodia, o flow e as escolhas continuaram sendo meus.
Controversial Scenario
O álbum,
por dentro.
Sete músicas, anos de ouvido e um detalhe simples: nenhuma vida cabe num gênero só.
Laid back
Nintendo Freestyle
Antes do estúdio, do software e do plano de carreira, existia um quarto, um violão e vontade de descobrir som.Acompanhar letra completa ↓Kill and Die Journal
O que não
coube na faixa.
Música não nasce em legenda e processo criativo não cabe num post bonitinho. O Journal é onde a conversa continua sem olhar para o relógio: bastidores, referências, dúvidas, tropeços, indústria e as ideias que ainda ficam acordadas depois que a faixa termina.
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Ninguém vem nos salvar.
Todo artista independente no Brasil conhece a conta. A gente vai fazer ela em voz alta, sem baixar o tom.
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Matar ou morrer.
Toda ruptura chega com a mesma pergunta errada. Quando o MP3 rachou a indústria, perguntaram se o disco ia morrer.
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Kill and Die Records - A introdução
Toda gravadora nasce de um contrato. A nossa nasceu de uma promessa entre irmãos.
Continuar lendo ↗︎Kill and Die Records · YouTube
Press
play.
Às vezes a faixa não termina no último compasso. Ela pede corpo, luz, corte e movimento. Videoclipes, visualizers e bastidores entram aqui quando o som resolve virar cena.
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e o volume no talo.
A Kill and Die Records dá casa para sons, imagens e histórias com identidade própria.
A música é levada a sério. O dress code, nem tanto.
Eternal Soundtracks · no dress code




























Instagram · Matheus Rosa
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